SPFW verão 2010
e começou com a corda toda, SPFW especial FRANÇA, com requinte, glamour e muito champagne francês, borbulhas e borbulhas nas passarelas e lounges...
Brindes ou Gifts exclusivos são distribuidos aos convidados, criação nos layouts e até mesmo nas embalagens de perfeito bom gosto.
No buffet, delicias puderam ser provadas e aprovadas, comidinhas do chef, a frança nos quitutes e mini pratos, doces e muita bebida.
André Lima
Alexandre Herchcovich - masculino
2ndFlor
FH

O teatro Vaudeville invade o verão de Fause Haten em coleção que tem o branco e o prata como força motriz. As franjas dos anos 20 estão presentes em dois looks mais conceituais com segunda pele. O início mostra cardigãs usados com saias godê bem amplas e em seguida uma série de vestidos com texturas mil. À medida que o desfile avança as peças gaham ar de armadura, bem bacanas com bordados e faixas em prata, corset e muito, muito trabalho em gomos que criam volumes. É uma coleção com a cara de Fause Haten, sem muitas surpresas, com peças glamurosas e vestidos para arrasar em qualquer noite. Atenção para a sapatilha gladiadora usada por Vivi Orth que ganha dramaticidade e bordados mil em climinha very chic.

Priscila Darolt

Entre um desfile e outro podemos curtir festas, conversar com amigos, fazer amizades e contatos de trabalho.
Convidados selecionados e muito repertório de criação no vestir de todos, que elegantes e as vezes estravagantes, mostram o que é MODA também fora das passarelas.
Celebridades da TV estão presentes e mostram carisma e animação.
Brindes ou Gifts exclusivos são distribuidos aos convidados, criação nos layouts e até mesmo nas embalagens de perfeito bom gosto.
O tema proposto é sugado por todos os patrocinadores, sempre associando a questões criativas e muita diversidade em cores, texturas e inovação.
No buffet, delicias puderam ser provadas e aprovadas, comidinhas do chef, a frança nos quitutes e mini pratos, doces e muita bebida.
DESFILES VERÂO 2010...
O estilista encerra o São Paulo Fashion Week com um exagerado requinte de passarela. Um verão com laços e babados enfeitando mangas e golas. Decotes geométricos e um exelente trabalho de moulage foi apresentado. Cores fortes e grafismos compõem a coleção, o retorno das calças trouxe relax no desfile e o beachwear deluxe respondeu muito bem a passarela. Os vestidos longos e com volumes são fabulosos, porém pouco comerciais, ja os curtos atendem mais o consumidor final.
Os anos 40 trouxe latinidade para desenvolver um verão leve e despretencioso. Vestidos mais curtos e justos e em cores fortes, como o amarelo ovo, apresentado, com bordados e babados mais simples. As calças ganham ares navy com o abotoamento duplo. O mais mais do desfile ficou por conta das peças com drapeados "sexy" e finalizou com o glamour dos longos esvoaçantes de festa clásica.
A Reserva injeta bom humor ao criar um "safári safado" para seu verão. Do safári saem as boas propostas de blazers e print bacana de animal. Boas idéias também acontecem nas camisetas mais rústicas feitas em tecido telado. O efeito manchado nas peças em branco também são bacanas e tira a literalidade do branco. As calças são mais soltas e o xadrez aparece em momento desconstruído nas boas estampas da marca. Boas peças em tricôs e as boas construções do styling ajudaram a marca a se sobressair. No final bermudas e coletes ganham tecido sintético brilhante que vale a pena. Fico com as estampas do início, menos poluídas e com as camisas pólo que ganham efeito degradé.
Alexandre Herchcovich - masculino
Alexandre Herchcovitch aciona uma velha conhecida dele para a coleção de verão masculina de sua marca: a alfaiataria. E ela vem em momentos "caretas" sem muitas diferenças do corte tradicional e ganha mudanças com as calças de cós diagonal, o abotoamento duplo e nas peças com os boleros que mais parecem uma camisa não acabada, ficou bacana. A proposta do homem mais arrumado à rigor passa uma boa mensagem na passarela. Alexandre em sua busca por uma imagem acaba por dar um toque street como nos looks que ganham bonés ou bermudas. O foco de cor acontece nas peças de tecidos mais leves com aspecto plastificado como os bons casacos feitos pelo estilista. O shape varia entre peças mais largas e mais seca numa moda masculina completamente democrática.
A Movimento fez um defile de beachwear que em muito não empolga, são boas as modelagens dos bquínis, que tem para todos os gostos e as estampas alegres em muito vão aparecer nas praias por aí. Uma variedade tão grande de opções acaba não ajudando a dar um rumo definido nas apostas da marca e parece que tudo é válido. Se como produto bruto a marca não emplaca, com os acessórios é diferente. O styling acertou com bolsas feitas em gorgurão e palha e nos charmosos acessórios como pulseiras. A marca ainda acerta nas saídas de praias bem bacanas como vestidinhos transparentes com rolotês de tecido estampado e nas boas calças e tops.
Wilson Raniere

Nesta temporada o estilista apostou em vestidos de malha com volumes e repuxados estravagantes. decotes diferenciados e grandes transparencias foram mostradas através das rendas e dos vestdos que pareciam embrulhos. Com uma cartela de cores ampla e na maquiagem uma expressão futurista lindissima. Um belo trabalho de shape foi visto e aplaudido.
Isabela Capeto

A coleção teve como inspirações o artista pop Robert Rauschenberg e ganhou profusão não só nas estampas como também no movimento. Respingos de tintas e os manchados em branco do tingimento de algumas peças foram bem vistos. As formas são mais soltas com vestidinhos que tem de tudo para virar hit, além das micro saias e das blusas. As calças, tanto sozinhas como nos macacões são largas. Florais lindos e os listrados foram foco da estação. Foco ao macaquinho, feito em tecido com aspecto plástico e as peças bordadas com brilho no final do desfile trouxeram diversidade a coleção.
Lino Vilaventura

Entre ninfas e caçadores o estilista emociona com sua perfeição o verão de moda festa nas passarelas da bienal. As profusões barrocas são vistas no masculino com camisas coladas ao corpo e estampadas. As regatas ganham charme especial, soltas e com decote profundo. Macacões também são as meninas dos olhos e aparecem com um camuflado todo especial. No feminino o branco perolado prevaleceu, com muito tule e seda além dos processos de costura que o estilista se identifica, como nervurados, plissados. Os bordados foram poucos, mas aparecem em cristais e linhas. Saias de bailarina armadas e tecidos vuais mostram a fábula contada por Lino Villaventura.
Mario Queiroz

Os meninos do estilista seguem o estilo francês de ser. O melhor do desfile está respectivamente no início com peças mais formais e ajustadas como nos paletós e calças e no final com a série de vermelhos e rosas. O beachwear deixou a desejar nas sungas largas com cara de deja vu.
Sem muitas novidades, Mário mostra seu talento nos cortes interessantíssimos de sua camisaria.
Nesta temporada o estilista apostou em vestidos de malha com volumes e repuxados estravagantes. decotes diferenciados e grandes transparencias foram mostradas através das rendas e dos vestdos que pareciam embrulhos. Com uma cartela de cores ampla e na maquiagem uma expressão futurista lindissima. Um belo trabalho de shape foi visto e aplaudido.
Isabela Capeto
A coleção teve como inspirações o artista pop Robert Rauschenberg e ganhou profusão não só nas estampas como também no movimento. Respingos de tintas e os manchados em branco do tingimento de algumas peças foram bem vistos. As formas são mais soltas com vestidinhos que tem de tudo para virar hit, além das micro saias e das blusas. As calças, tanto sozinhas como nos macacões são largas. Florais lindos e os listrados foram foco da estação. Foco ao macaquinho, feito em tecido com aspecto plástico e as peças bordadas com brilho no final do desfile trouxeram diversidade a coleção.
Lino Vilaventura
Entre ninfas e caçadores o estilista emociona com sua perfeição o verão de moda festa nas passarelas da bienal. As profusões barrocas são vistas no masculino com camisas coladas ao corpo e estampadas. As regatas ganham charme especial, soltas e com decote profundo. Macacões também são as meninas dos olhos e aparecem com um camuflado todo especial. No feminino o branco perolado prevaleceu, com muito tule e seda além dos processos de costura que o estilista se identifica, como nervurados, plissados. Os bordados foram poucos, mas aparecem em cristais e linhas. Saias de bailarina armadas e tecidos vuais mostram a fábula contada por Lino Villaventura.
Mario Queiroz
Os meninos do estilista seguem o estilo francês de ser. O melhor do desfile está respectivamente no início com peças mais formais e ajustadas como nos paletós e calças e no final com a série de vermelhos e rosas. O beachwear deixou a desejar nas sungas largas com cara de deja vu.
Sem muitas novidades, Mário mostra seu talento nos cortes interessantíssimos de sua camisaria.
Jefferson Kulig

Qum disse que moda também não pode ser caracterizada como matéria de exatas, neste ano Jefferson trouxe a moda e física como fonte de inspiração. As leggings metalizadas, os prints coloridos, a aplicação de metal, tudo em modelagens bem simples de corte reto. Vale também a série de brancos do início e os adornos de plumas na série de vestidos pretos do final. Mais uma vez volto a dizer que é bom ver o estilista fazendo moda, mesmo que experimental em alguns aspectos.
Ronaldo Fraga

A dominação da cultura americana no mundo, fêz o estilista viajar ate a Disney para impor seu pensamento junto ao mundo fantasioso, o México foi de onde o estilista tirou referência para a estampa da Festa dos Mortos, onde uma caveira se "veste" de Mickey Mouse. O tema segurou firme o mix de referências que o estilista tira de letra onde oriental, artesanal e comercial se casam. As modelagens estão largas, como Ronaldo sempre faz só que dessa vez os vestidos-saco que costumavam aparecer acontecem em renda e ficam mais rígidos. As calças com um tom oriental ganham gancho baixo e os paletós completam com amarrações. Sapatos com laços amarrados deram um ar de presentei-me a coleção e na maquiagem foi passado a idéia de poeira, terra jogada no rosto que balanceou a multicoloridade de sua coleção proposta desta temporada do talentoso stylist Daniel Ueda.
CAVALERA

O minhocão de SP foi cenário do desfile da marca Cavalera que arrasou nas grandes idéias e criatividade. Um desdobramento da bandeira de São Paulo fica evidente quando a marca toma para si as listras em preto e branco e as calças em sarja vermelho. A estampa de nuvens também foi um dos pontos fortes da coleção que outra marca na coleção passad ja havia elaborado. Os jeans ganham lavagens claras e vermelhas e nas apostas de shapes têmos o fechamento em diagonal das calças e processos destroyed.
NEON

Com menos moda praia e mais tecidos, a Neon concretiza seu verão baseado em muitas cores e peças mais soltas como os ótimos caftãs desfilados, as saias estavam com muitos babados e as calças palazzo foram mostradas. Os maiôs da marca ganham cores ácidas e recortes. A marca aposta em vestidos mais justos e curtos de cor flúor e peças destacadas como shorts de cintura alta e as calças capri usadas com camisa social. O bom da marca de Rita Comparato e Dudu Bertholini é o não compromisso com o certinho e a coleção ganha cores, formas e estampas inesperadas, uma produção over mas que dá certo e que revela o DNA forte da marca.
Animale
Qum disse que moda também não pode ser caracterizada como matéria de exatas, neste ano Jefferson trouxe a moda e física como fonte de inspiração. As leggings metalizadas, os prints coloridos, a aplicação de metal, tudo em modelagens bem simples de corte reto. Vale também a série de brancos do início e os adornos de plumas na série de vestidos pretos do final. Mais uma vez volto a dizer que é bom ver o estilista fazendo moda, mesmo que experimental em alguns aspectos.
Ronaldo Fraga
A dominação da cultura americana no mundo, fêz o estilista viajar ate a Disney para impor seu pensamento junto ao mundo fantasioso, o México foi de onde o estilista tirou referência para a estampa da Festa dos Mortos, onde uma caveira se "veste" de Mickey Mouse. O tema segurou firme o mix de referências que o estilista tira de letra onde oriental, artesanal e comercial se casam. As modelagens estão largas, como Ronaldo sempre faz só que dessa vez os vestidos-saco que costumavam aparecer acontecem em renda e ficam mais rígidos. As calças com um tom oriental ganham gancho baixo e os paletós completam com amarrações. Sapatos com laços amarrados deram um ar de presentei-me a coleção e na maquiagem foi passado a idéia de poeira, terra jogada no rosto que balanceou a multicoloridade de sua coleção proposta desta temporada do talentoso stylist Daniel Ueda.
CAVALERA
O minhocão de SP foi cenário do desfile da marca Cavalera que arrasou nas grandes idéias e criatividade. Um desdobramento da bandeira de São Paulo fica evidente quando a marca toma para si as listras em preto e branco e as calças em sarja vermelho. A estampa de nuvens também foi um dos pontos fortes da coleção que outra marca na coleção passad ja havia elaborado. Os jeans ganham lavagens claras e vermelhas e nas apostas de shapes têmos o fechamento em diagonal das calças e processos destroyed.
NEON
Com menos moda praia e mais tecidos, a Neon concretiza seu verão baseado em muitas cores e peças mais soltas como os ótimos caftãs desfilados, as saias estavam com muitos babados e as calças palazzo foram mostradas. Os maiôs da marca ganham cores ácidas e recortes. A marca aposta em vestidos mais justos e curtos de cor flúor e peças destacadas como shorts de cintura alta e as calças capri usadas com camisa social. O bom da marca de Rita Comparato e Dudu Bertholini é o não compromisso com o certinho e a coleção ganha cores, formas e estampas inesperadas, uma produção over mas que dá certo e que revela o DNA forte da marca.
Animale
Mulheres guerreiras a Animale já faz a algum tempo, agora elas invadem a selva! Investindo em muita tecnologia que acontecem nos telados que revelam decotes/recortes a Animale faz um trabalho extremamente sexy sem ser vulgar, com peças que se constroem a partir de formas orgânicas que em muito lembram o desenho das folhas que acontecem também nas estampas; e do aspecto empapelado dos tecidos. Vale também o recorte a laser no couro dos vestidos de aspecto mais rígido. O shape mais primitivo vai contra o futuro desfilado em seu inverno, numa proposta diferente de proporções onde as peças ganham formas mais soltas do corpo e revelam pele. Mais uma vez um ótimo trabalho de pesquisa da equipe da marca que até faz passar batido a cartela de cores fechada. A bota merece atenção especial, sendo reiventada com o mesmo telado das roupas e com cano mais alto que a do inverno.
2ndFlor
Inspirado no conto do soldadinho de chumbo, a coleção de verão da 2nd Floor vem cheio de hits apra o verão. As cores são lavadinhas e o masculino tem idéias melhores como os shorts em jeans, as sobreposições, os blazers e as investidas num navy charmoso. O feminino é mais bobinho com tendencinhas como a boyfriend jeans e cintura alta em saias com voluminho e melhor acontece no vestido em moleton com bordado de tachas. Aliás, o jeanswear vem clarinho como tem sido mostrado nas outras marcas, com lavagem clarinha.
O Estudio

O coletivo carioca OEstudio chama atenção para a conscientização do ato de doar sangue. O melhor da coleção acontece na série em looks monocromático e o acerto do grupo veio em não trabalhar só o vermelho, que deixa a coleção menos óbvia. O shape é largo como OEstudio gosta, cheio de volumes inesperados e partes que deformam a roupa. Das idéias bacaninhas saem as bolsas e colares que imitam bolsas de sangue. O print de impressão digital em vermelho é bem legal assim como a escolha do linho com brilho para a construção de algumas peças.
O coletivo carioca OEstudio chama atenção para a conscientização do ato de doar sangue. O melhor da coleção acontece na série em looks monocromático e o acerto do grupo veio em não trabalhar só o vermelho, que deixa a coleção menos óbvia. O shape é largo como OEstudio gosta, cheio de volumes inesperados e partes que deformam a roupa. Das idéias bacaninhas saem as bolsas e colares que imitam bolsas de sangue. O print de impressão digital em vermelho é bem legal assim como a escolha do linho com brilho para a construção de algumas peças.
FH
O teatro Vaudeville invade o verão de Fause Haten em coleção que tem o branco e o prata como força motriz. As franjas dos anos 20 estão presentes em dois looks mais conceituais com segunda pele. O início mostra cardigãs usados com saias godê bem amplas e em seguida uma série de vestidos com texturas mil. À medida que o desfile avança as peças gaham ar de armadura, bem bacanas com bordados e faixas em prata, corset e muito, muito trabalho em gomos que criam volumes. É uma coleção com a cara de Fause Haten, sem muitas surpresas, com peças glamurosas e vestidos para arrasar em qualquer noite. Atenção para a sapatilha gladiadora usada por Vivi Orth que ganha dramaticidade e bordados mil em climinha very chic.
Maria Garcia

Camila Cutolo adentra o universo de Tim Burton para criar o verão da Maria Garcia. Pouco mórbido, a coleção abusa dos azuis e verdes e trás peças bem comerciais para garotinhas. Valem os vestidinhos retos e curtos assim como a apliação de franjas metálicas em algumas peças. Outra aposta foram as camisetas que ganham texturas nas mangas. Os vestidos mais curtos são mais trabalhados, com transparência e mangas bufantes. Saias e shorts ganham cintura alta com peças bem fofas.
Erika Ikezili
Camila Cutolo adentra o universo de Tim Burton para criar o verão da Maria Garcia. Pouco mórbido, a coleção abusa dos azuis e verdes e trás peças bem comerciais para garotinhas. Valem os vestidinhos retos e curtos assim como a apliação de franjas metálicas em algumas peças. Outra aposta foram as camisetas que ganham texturas nas mangas. Os vestidos mais curtos são mais trabalhados, com transparência e mangas bufantes. Saias e shorts ganham cintura alta com peças bem fofas.
Erika Ikezili
Menos é mais na passarela de Érika Ikezili que se livra de barroquismos exagerados e acerta em seu verão de branco e cores claras. Inspirada pelas bailarinas do pintor Degas, a estilista não cai na mesmice e apresenta peças desejáveis como o paletó-colete com lapela e os vestidos que ganham dobraduras e elementos inesperados. Érika investe no balonê fazendo alusão às saias de bailarinas e uma ponta de seu trabalho com cultura oriental aparece nos detalhes em plissado de algumas mangas e golas. O beachwear também está presente em tops e maiôs feitos em teidos com leve volume no decote. Valeu a pena ver que a estilista consegue fazer um trabalho mais clean, livre de excessos desnecessários.
Gloria Coelho

O futurismo de Glória Coelho esta sempre presente, este ano ela se inspirou nas constelações, e por conta disso, explica-se a quantidade de brilhos perolados e aplatinados em vestidos de construções espiraladas e nas peças que ganham volume com folhas de organza. Os casacos de Glória ganham recortes em organza, modelagem geométrica e cintura marcada. A sequência de peças e faixas em tecido brilhoso também confere volume, ainda que não tão comercial, valem para efeito de passarela. Os sapatos lembram Balenciaga e ganham salto em acrílico.
Triton

Neste verão Karen Fuke aposta em tons pasteis, uma coleção romantica e com muitos florais e babados. O jeans vem clarinho, a modelagem larga, no estilo do modelo boyfriend para meninos e meninas. Já as blusinhas faziam conjunto com as jaquetinhas em jeans. Os vestidos de noite ganham plumas e volume com camadas de organza e os meninos ganham paletós largos e colete em alfaiataria. A veia sexy acontece com peças mais curtas e sutiãs aparente, além das transparências propostas pela marca. Deu certo a reviravolta da Triton com moda mais calma, sem elementos hard rock e com cartela de cores suave.
Ellus

O mundo dos motoqueiros é o ponto de partida para o verão da Ellus que respira comercial nessa temporada. O jeans vem mais clarinho ou com manchas desbotadas e a coleção ganha força nas peças que ganham ilhoses. Também valem as peças em couro branco e as boas construções dos looks como jaqueta de fechamento diagonal + vestido levinho. A Ellus não trouxe nada novo para a passarela com elementos que já se faziam presentes no DNA da marca e idéias que morrem na praia. Uma melhor pesquisa no conceito com certeza ajudaria a marca a fazer além de best sellers, como se espera, uma moda mais desejável e lançadora de tendências.
Fabia Bercsek

A coleção de Fabia Bercsek fala sobre a dança e sobre os sentimento da mulher, mas perdeu a mão na profusão de tecidos e de tendências colocadas na passarela. É uma mistura de franjas, tricô, couro de píton, lamê, babado, transparência... Quando se coloca muito na apresentação, apesar de curta, fica poluído e foi nesse quesito que Fábia pecou. Os vestidos em malha do início são os mais bacanas com textura de píton e shape justo so corpo. Outra boa idéia fica no tricô que vira vestido e casaco franjado.
Carlota Joaquina

A Carlota Joakina se inspira em parques para o seu verão 2010. A marca não perde seu DNA esportivo e o primeiro bloco abre dialogando sobre parques aquáticos com muitas peças em lycra que não são basicamente beachwear mas servem para serem usadas como base para o dia a dia, cheias de recortes e aplicações de plástico na dobradinha jeans + lycra. Vale também a parte utilitária da coleção com peças cheias de bolsos e as peças que ganham textura plástica. Tudo tem aspecto rígido com o plástico como elemento de volume.
Agua de Coco

A Água de Coco vai até a Tailândia para desenvolver seu verão onde o drapeado reina em peças com alças que se amarram, repuxam e são trancadas. Bons exercícios de modelagem acontecem até nas peças menores como os biquínis que ganham tamanho médio de tiras mais largas. Os maiôs são mais cavados, e algumas vezes de aspecto asa delta. O tricô também acontece enfeitando peças e virando alças. Os vestidos curtos, macacões e blusas propostos pela marca são cheios de panejamento e amarrações em perfume assimétrico. No final, uma série de beachwear coloridíssimo aconteceu com linhas soltas enfeitando e fazendo as vezes de alças e cós.
Simone Nunes

A coleção é inspirada nas party girls que vemos todos os dias e que são filhas de famosos. Os vestidos são mais bacanas quando ganham saia acoplada ao invés de serem inteiriços mas há espaço para bons camisetões também. Os tops que são a cara dos anos 90 tentam dar uma ressucitada na passarela de Simone Nunes com cara modernizada e bem legal. Shorts e calças ganham cintura alta. Não é uma coleção das melhores e a idéia inicial se perde em peças sem muito apelo.
Reinaldo Lourenco

Reinaldo Lourenço trabalha o Brasil na época do café em sua coleção de verão. A cartela de cores é fechada com cores mais escuras como café e vermelho mas tem espaço para tons mais claros como creme. Reinaldo se utilizou de contas para bordar vestidos que remetem a sementes de cafés, bem criativo. A alfaiataria acontece em tecido encerado, de rigor masculino que alterna a feminilidade nos comprimentos e nas boas idéias como o short usado com paletó, ou a saia-cinto de cintura alta e fenda na frente. Ainda sobre a alfaiataria é bom o paletó mais comprido já na série usado com calças palazzo. Os vestidos sao mais rígidos com estampa de sementes de café ou usados com recortes de organza transparente de corte geométrico. Bem peculiar essa trajetória do café no Brasil traduzido por Reinaldo Lourenço.
Cia Marítima

A mulher da Cia. marítima com certeza não frequenta qualquer praia. A coleção é inspirada na Grécia e confirma muitas modelagens drapeadas ao estilo Vionnet em construções geométricas que, se não aparecem na modelagem, aparecem nas estampas. Parte importante da coleção, as peças em dourado aderiram elegãncia e um quê de futuro no final do desfile. Do melhor os biquínis crescem e os maiôs ganham recortes incríveis. Os vestidos estilo toga são bem bacanas e a Cia. Marítima sugere como saída de praia. A marca consegue tirar o ranso de beachwear para garotinhas nessa coleção que acontece mais madura e muito, muito chique!
Huis Clos

Simples e chique! É assim que a coleção da Huis Clos pode ser denominada. Os vestidos são os maismais da coleção e vem em tecidos brilhosos como o cetim em shape curtinho, quase um camisetão. Há espaço também para os mais românticos com tecidos mais nober, clarinhos, com movimento e fechados por zíper(s) na frente, quase parkas. Outros ganham ombros com volume, recortes e ilhoses. Os macacões da marca são inteiriços, em tecido levinho, justinho ao corpo. Da série cores a marca aposta nos neutros e terrosos e os ácidos, quando acontecem ganham lavagem clarinha.
Fórum Tufi Duek

Esqueça as amazonas da última temporada! Outra marca que desfilou hoje "sob nova direção" foi a Fórum e o novo diretor criativo desde o desligamento de Tufi Duek é Eduardo Pombal. Sem muitas novidades, a Fórum faz um desfile recheado de best sellers onde o liquidificador de tendências também foi acionado. Os vestidos, tanto com estampa de peixes quanto o de estampa floral são lindos e ganharam paetização transparente. Gosto também muito da série em preto e branco ainda mais do vestido que mixa plissado e liso e das peças com recortes de renda.
Cori

Giselle Nasser e Andrea Ribeiro pegaram um pepinão nessa temporada, a coleção da Cori. A marca já passou pelas mãos de Alexandre Herchcovitch e por Dudu Bertholini e Rita Comparato da Neon e tem DNA fortíssimo, mas as duas de saíram bem. A alfaiataria que praticamente é a porta-voz da Cori está presente, inspirada no século XIX com cara atual e fresca em tecido com memória (aqueles amassados) em versão clarinha. A bem da verdade o que se viu foram bons resgastes desses anos todos da marca desfilando no São Paulo Fashion Week e foi um ótimo exercício para as meninas darem o start. Todas as tendencinhas estão presentes: volume, assimetrias, cintura alta e marcada, shape mais largo, cor ácida, fluidez, estampas artsy, brilho acetinado e transparências que vem embrulhando vestidos mais justos. Mesmo tendo sido correto ainda sinto falta das supresas que a dupla da Neon, antecessores das meninas, aprontavam na passarela.
Alexandre Herchcovich - feminino

Alexandre Herchcovitch entra no mundo dos esportes e mostra uniformes nada convencionais em seu verão. Pirmeiro vem as peças metalizadas e de corte justinho com texturas de organza e cheias de recortes. Depois vem a série em preto que acompanha o tom do desfile até fechar em um vestido-parka de zíper dourado inteiriço que se desdobra em mais duas versões em laranja e pink daí pra frente é só cores... Alexandre abusa da geometria com linhas coloridas sobre fundo branco e, se você já cansou de ver ombros proeminentes, veja os da marca (imensos e arredondados). O estilista se vale da dobradinha clássica de justo X solto onde se em cima é justo, embaixo é mais folgado e vice versa. Boa as estampas feitas em cetim que até imitam moleton mescla assim como os xadrezes e pinceladas. Os bodies nude são lindo, cheios de recortes e casaram bem com a proposta de Alexandre que se valeu das linhas coloridas para redesenhar volumes e curvaturas.
Maria Bonita

Continuando seu trabalho em cima de temas ragionais brasileiros, Danielle Jensen se inspira nas feiras livres. As formas são largas, como há muito se vê na Maria Bonita e o bacana acontece no final na alfaitaria com tecido encerado de aspecto brilhoso. O xadrez da marca também é bastante desejável e Danielle sugere um crash entre xadrez e quadriculados. Do universo cotidiano das feiras os tecidos são amassdos e bolsos são feitos a partir de telas do mesmo tecido do resto da roupa já trazendo transparência às peças. Com bom humor, um camisetão surge em preto com a palavra "abacate" estampada na borda da peça em referência a uma barraca de frutas.
Iódice

A Iódice se inspira no fundo do mar, mais precisamente nas pérolas para seu verão 2010. As contas aparecem em detalhes de decotes e na estampa estilizada que ficou bem bacana. Os tecidos são nobres e o shape mais soltinho. Nude, branco, azul e coral são as cores trabalhadas pela Iódice em coleção que tem em vestidos de festa a sua melhor aposta e ganham babados e pedaços de tecidos deixando tudo esvoaçante. Não é uma das melhores coleções da marca e uma ponta de saudade da Iódice mais jovem com jeanswear na passarela é sentida, de repente tudo ficou sério e maduro demais.
Colcci

Dessa vez não foi Gisele Bundchen nem muito menos Jesus Luz que atraíram o olhar para a Colcci em coleção onde as roupas falam por si além do talento de Jessica Lengyel que se mostra mais segura. As modelagens continuam as mesmas salvo algumas mudanças como as calças jeans femininas que ganham versão mais larguinha estilo boyfriend. Mas o que sai à frente na marca, em seu verão, são os processos tecnológicos adquiridos. Jeans ganha versão rosa, feito com fio da cor que se une no processo têxtil de fabricação do tecido, não é lavagem! Além disso a série da peça em lavagem dourada é bastante bacana. Os meninos abusam das sobreposições com toques de cores flúo já as meninas ganham peças em patch de xadrez lavadinho em tom pastel e legging em renda. As transparências acontecem em peças de nylon em cores ácidas que se sobrepõem com peças de fundo branco. Há espaço também para comprimentos bem curtos, tricô fininho e peças mais fluidas que ganham estampa de pranchas de surf bem legais. Parabéns!
UMA

Raquel Davidowicz se inspira no trabalho do artista plástico pernambucano Macaparana e cria looks onde a geometria predomina. As formas são meio exageradas, avolumadas, com cintura alta e oscila entre justo e largo. Prefiro as séries de estampa como as de linhas retas e pingos dourados. Bom também é o processo que algumas peças passaram onde círculos vazados aparecem como na jaqueta branca e nas leggings. Outra idéia bacana são as peças que ganham degradê e as peças que ganham efeito marmorizado. A estilista abusa do cós clochard em calças e saias tipo saco.
Paola Robba
O futurismo de Glória Coelho esta sempre presente, este ano ela se inspirou nas constelações, e por conta disso, explica-se a quantidade de brilhos perolados e aplatinados em vestidos de construções espiraladas e nas peças que ganham volume com folhas de organza. Os casacos de Glória ganham recortes em organza, modelagem geométrica e cintura marcada. A sequência de peças e faixas em tecido brilhoso também confere volume, ainda que não tão comercial, valem para efeito de passarela. Os sapatos lembram Balenciaga e ganham salto em acrílico.
Triton
Neste verão Karen Fuke aposta em tons pasteis, uma coleção romantica e com muitos florais e babados. O jeans vem clarinho, a modelagem larga, no estilo do modelo boyfriend para meninos e meninas. Já as blusinhas faziam conjunto com as jaquetinhas em jeans. Os vestidos de noite ganham plumas e volume com camadas de organza e os meninos ganham paletós largos e colete em alfaiataria. A veia sexy acontece com peças mais curtas e sutiãs aparente, além das transparências propostas pela marca. Deu certo a reviravolta da Triton com moda mais calma, sem elementos hard rock e com cartela de cores suave.
Ellus
O mundo dos motoqueiros é o ponto de partida para o verão da Ellus que respira comercial nessa temporada. O jeans vem mais clarinho ou com manchas desbotadas e a coleção ganha força nas peças que ganham ilhoses. Também valem as peças em couro branco e as boas construções dos looks como jaqueta de fechamento diagonal + vestido levinho. A Ellus não trouxe nada novo para a passarela com elementos que já se faziam presentes no DNA da marca e idéias que morrem na praia. Uma melhor pesquisa no conceito com certeza ajudaria a marca a fazer além de best sellers, como se espera, uma moda mais desejável e lançadora de tendências.
Fabia Bercsek
A coleção de Fabia Bercsek fala sobre a dança e sobre os sentimento da mulher, mas perdeu a mão na profusão de tecidos e de tendências colocadas na passarela. É uma mistura de franjas, tricô, couro de píton, lamê, babado, transparência... Quando se coloca muito na apresentação, apesar de curta, fica poluído e foi nesse quesito que Fábia pecou. Os vestidos em malha do início são os mais bacanas com textura de píton e shape justo so corpo. Outra boa idéia fica no tricô que vira vestido e casaco franjado.
Carlota Joaquina
A Carlota Joakina se inspira em parques para o seu verão 2010. A marca não perde seu DNA esportivo e o primeiro bloco abre dialogando sobre parques aquáticos com muitas peças em lycra que não são basicamente beachwear mas servem para serem usadas como base para o dia a dia, cheias de recortes e aplicações de plástico na dobradinha jeans + lycra. Vale também a parte utilitária da coleção com peças cheias de bolsos e as peças que ganham textura plástica. Tudo tem aspecto rígido com o plástico como elemento de volume.
Agua de Coco
A Água de Coco vai até a Tailândia para desenvolver seu verão onde o drapeado reina em peças com alças que se amarram, repuxam e são trancadas. Bons exercícios de modelagem acontecem até nas peças menores como os biquínis que ganham tamanho médio de tiras mais largas. Os maiôs são mais cavados, e algumas vezes de aspecto asa delta. O tricô também acontece enfeitando peças e virando alças. Os vestidos curtos, macacões e blusas propostos pela marca são cheios de panejamento e amarrações em perfume assimétrico. No final, uma série de beachwear coloridíssimo aconteceu com linhas soltas enfeitando e fazendo as vezes de alças e cós.
Simone Nunes
A coleção é inspirada nas party girls que vemos todos os dias e que são filhas de famosos. Os vestidos são mais bacanas quando ganham saia acoplada ao invés de serem inteiriços mas há espaço para bons camisetões também. Os tops que são a cara dos anos 90 tentam dar uma ressucitada na passarela de Simone Nunes com cara modernizada e bem legal. Shorts e calças ganham cintura alta. Não é uma coleção das melhores e a idéia inicial se perde em peças sem muito apelo.
Reinaldo Lourenco
Reinaldo Lourenço trabalha o Brasil na época do café em sua coleção de verão. A cartela de cores é fechada com cores mais escuras como café e vermelho mas tem espaço para tons mais claros como creme. Reinaldo se utilizou de contas para bordar vestidos que remetem a sementes de cafés, bem criativo. A alfaiataria acontece em tecido encerado, de rigor masculino que alterna a feminilidade nos comprimentos e nas boas idéias como o short usado com paletó, ou a saia-cinto de cintura alta e fenda na frente. Ainda sobre a alfaiataria é bom o paletó mais comprido já na série usado com calças palazzo. Os vestidos sao mais rígidos com estampa de sementes de café ou usados com recortes de organza transparente de corte geométrico. Bem peculiar essa trajetória do café no Brasil traduzido por Reinaldo Lourenço.
Cia Marítima
A mulher da Cia. marítima com certeza não frequenta qualquer praia. A coleção é inspirada na Grécia e confirma muitas modelagens drapeadas ao estilo Vionnet em construções geométricas que, se não aparecem na modelagem, aparecem nas estampas. Parte importante da coleção, as peças em dourado aderiram elegãncia e um quê de futuro no final do desfile. Do melhor os biquínis crescem e os maiôs ganham recortes incríveis. Os vestidos estilo toga são bem bacanas e a Cia. Marítima sugere como saída de praia. A marca consegue tirar o ranso de beachwear para garotinhas nessa coleção que acontece mais madura e muito, muito chique!
Huis Clos
Simples e chique! É assim que a coleção da Huis Clos pode ser denominada. Os vestidos são os maismais da coleção e vem em tecidos brilhosos como o cetim em shape curtinho, quase um camisetão. Há espaço também para os mais românticos com tecidos mais nober, clarinhos, com movimento e fechados por zíper(s) na frente, quase parkas. Outros ganham ombros com volume, recortes e ilhoses. Os macacões da marca são inteiriços, em tecido levinho, justinho ao corpo. Da série cores a marca aposta nos neutros e terrosos e os ácidos, quando acontecem ganham lavagem clarinha.
Fórum Tufi Duek
Esqueça as amazonas da última temporada! Outra marca que desfilou hoje "sob nova direção" foi a Fórum e o novo diretor criativo desde o desligamento de Tufi Duek é Eduardo Pombal. Sem muitas novidades, a Fórum faz um desfile recheado de best sellers onde o liquidificador de tendências também foi acionado. Os vestidos, tanto com estampa de peixes quanto o de estampa floral são lindos e ganharam paetização transparente. Gosto também muito da série em preto e branco ainda mais do vestido que mixa plissado e liso e das peças com recortes de renda.
Cori
Giselle Nasser e Andrea Ribeiro pegaram um pepinão nessa temporada, a coleção da Cori. A marca já passou pelas mãos de Alexandre Herchcovitch e por Dudu Bertholini e Rita Comparato da Neon e tem DNA fortíssimo, mas as duas de saíram bem. A alfaiataria que praticamente é a porta-voz da Cori está presente, inspirada no século XIX com cara atual e fresca em tecido com memória (aqueles amassados) em versão clarinha. A bem da verdade o que se viu foram bons resgastes desses anos todos da marca desfilando no São Paulo Fashion Week e foi um ótimo exercício para as meninas darem o start. Todas as tendencinhas estão presentes: volume, assimetrias, cintura alta e marcada, shape mais largo, cor ácida, fluidez, estampas artsy, brilho acetinado e transparências que vem embrulhando vestidos mais justos. Mesmo tendo sido correto ainda sinto falta das supresas que a dupla da Neon, antecessores das meninas, aprontavam na passarela.
Alexandre Herchcovich - feminino
Alexandre Herchcovitch entra no mundo dos esportes e mostra uniformes nada convencionais em seu verão. Pirmeiro vem as peças metalizadas e de corte justinho com texturas de organza e cheias de recortes. Depois vem a série em preto que acompanha o tom do desfile até fechar em um vestido-parka de zíper dourado inteiriço que se desdobra em mais duas versões em laranja e pink daí pra frente é só cores... Alexandre abusa da geometria com linhas coloridas sobre fundo branco e, se você já cansou de ver ombros proeminentes, veja os da marca (imensos e arredondados). O estilista se vale da dobradinha clássica de justo X solto onde se em cima é justo, embaixo é mais folgado e vice versa. Boa as estampas feitas em cetim que até imitam moleton mescla assim como os xadrezes e pinceladas. Os bodies nude são lindo, cheios de recortes e casaram bem com a proposta de Alexandre que se valeu das linhas coloridas para redesenhar volumes e curvaturas.
Maria Bonita
Continuando seu trabalho em cima de temas ragionais brasileiros, Danielle Jensen se inspira nas feiras livres. As formas são largas, como há muito se vê na Maria Bonita e o bacana acontece no final na alfaitaria com tecido encerado de aspecto brilhoso. O xadrez da marca também é bastante desejável e Danielle sugere um crash entre xadrez e quadriculados. Do universo cotidiano das feiras os tecidos são amassdos e bolsos são feitos a partir de telas do mesmo tecido do resto da roupa já trazendo transparência às peças. Com bom humor, um camisetão surge em preto com a palavra "abacate" estampada na borda da peça em referência a uma barraca de frutas.
Iódice
A Iódice se inspira no fundo do mar, mais precisamente nas pérolas para seu verão 2010. As contas aparecem em detalhes de decotes e na estampa estilizada que ficou bem bacana. Os tecidos são nobres e o shape mais soltinho. Nude, branco, azul e coral são as cores trabalhadas pela Iódice em coleção que tem em vestidos de festa a sua melhor aposta e ganham babados e pedaços de tecidos deixando tudo esvoaçante. Não é uma das melhores coleções da marca e uma ponta de saudade da Iódice mais jovem com jeanswear na passarela é sentida, de repente tudo ficou sério e maduro demais.
Colcci
Dessa vez não foi Gisele Bundchen nem muito menos Jesus Luz que atraíram o olhar para a Colcci em coleção onde as roupas falam por si além do talento de Jessica Lengyel que se mostra mais segura. As modelagens continuam as mesmas salvo algumas mudanças como as calças jeans femininas que ganham versão mais larguinha estilo boyfriend. Mas o que sai à frente na marca, em seu verão, são os processos tecnológicos adquiridos. Jeans ganha versão rosa, feito com fio da cor que se une no processo têxtil de fabricação do tecido, não é lavagem! Além disso a série da peça em lavagem dourada é bastante bacana. Os meninos abusam das sobreposições com toques de cores flúo já as meninas ganham peças em patch de xadrez lavadinho em tom pastel e legging em renda. As transparências acontecem em peças de nylon em cores ácidas que se sobrepõem com peças de fundo branco. Há espaço também para comprimentos bem curtos, tricô fininho e peças mais fluidas que ganham estampa de pranchas de surf bem legais. Parabéns!
UMA
Raquel Davidowicz se inspira no trabalho do artista plástico pernambucano Macaparana e cria looks onde a geometria predomina. As formas são meio exageradas, avolumadas, com cintura alta e oscila entre justo e largo. Prefiro as séries de estampa como as de linhas retas e pingos dourados. Bom também é o processo que algumas peças passaram onde círculos vazados aparecem como na jaqueta branca e nas leggings. Outra idéia bacana são as peças que ganham degradê e as peças que ganham efeito marmorizado. A estilista abusa do cós clochard em calças e saias tipo saco.
Paola Robba
Paola Robba vai até Paris para se inspirar em elementos decorativos de castalos e criar sua coleção de verão. Da decoração aparecem elementos que remetem a "abraçadeiras" e enfeites de cortinas assim como alguns volumes drapeados que viram manguinhas e decoram as peças. Acontecem atmbém estampas de arabescos bem bacanas em preto e rosa. A modelagem vem mais larguinha nas calcinhas e a parte de cima ganha decote tomara que caia ou de um ombro só. Das peças fico com os biquínis e com o final da apresentação em beachwear feito a partir de trançado de fitas.
V-ROMIgor de Barros limpa seu verão de excessos visuais e cria uma coleção inspirada nas pesquisas da botânica Margaret Mee onde os florais acontecem bem discretos, do jeito que meninos gostam. Da coleção os experimentos na desconstrução da alfaiataria é o melhor com paletós longos e molengas que ganham recortes inusitados, coletes (ou fragmentos deles) e bermudas em modelagem que muito lembra os trabalhos de Yohji Yamamoto. As cores são clarinhas assim como o jeans e a marca aposta em sua característica desde a entrada de Igor de Barros comandando o estilo: as sobreposições. Para quem não é fã de bermudas, as da V.Rom vão agradar, com shape soltinho e muita bossa. A série inicial em branco e off-white sintetiza desejos do guarda-roupa masculino atual.
Priscila Darolt
Priscilla Darolt foca no que sabe fazer de melhor: trabalhar com a rigidez nos looks. O desfile de verão não é diferente. Priscilla aposta na alfaiataria desestruturada dos paletós que ganham cortes geométricos e nos vestidos com volume chapado e rígido. A coleção tem um quê militar logo no início de core neutras como cru e cinza. No final acontece uma série de peças com estampa floral em peças plissadas, drapeadas, assimétricas... São ótimos os exercícios de construção da estilista que parece ter encontrado seu nicho trabalhando formas que quase remetem a armaduras.
Osklen


Trouxe um lounge moderno e futurista, com arames francêses e contornos estilizados, fragâncias exclusivas para o evento foram oferecidas à todos os convidados que faziam análises olfativas, para descobrir qual o melhor perfume. As composições exclusivas foram criadas e oferecidas a todos os convidados, junto a maquiagem e uma embalagem fantástica em cetim e bordados franceses.
SCHINCARIOL
Fotografias: Bruno Tajes e foto divulgacao - SPFW
A Osklen abre os trabalhos em São paulo com uam releitura bem peculiar do Carnaval carioca. Engana-se quem esperava plumas e paetês, Oskar Metsavaht imprimiu seu estilo fino para a coleção de verão que, se no inverno aconteceu sobre influênias de moletons cinza, dessa vez ganha cores, e ácidas. As transparências são desejáveis ainda mais sobre as camisetas, que nessa temporada ganha status e aparecem de várias formas, e ganham sobreposição em cores fortes de tule. O brilho aparece em pontos chaves, paetês são estampados e rebordados em degradê, chique. Ouro e prata são os metálicos trabalhados pela marca e aparecem em vestidos, calças e camisetas. As estampas são réplicas de fotos feitas sobre o carnaval e na leitura da marca não ficam over. Outro elemento típico do carnaval, a serpentina, aparece em calça toda recortada a laser.
Natura

Trouxe um lounge moderno e futurista, com arames francêses e contornos estilizados, fragâncias exclusivas para o evento foram oferecidas à todos os convidados que faziam análises olfativas, para descobrir qual o melhor perfume. As composições exclusivas foram criadas e oferecidas a todos os convidados, junto a maquiagem e uma embalagem fantástica em cetim e bordados franceses.
Natura recebeu entre seus convidados o cantor Paulo Ricardo, que aproveitou o momento para divulgar sua nova marca de óculos, assinada pelo cantor e entregar seu cartão de divulgação.
OI

Liberdade e conforto foram as palavras que definiram este lounge, que trouxe a rádio OI, programas ao vivo com entrevistas e questões de moda faladas e debatidas junto com os principais envolvidos do meio, questionando o evento, a frança e a MODA brasileira.

Liberdade e conforto foram as palavras que definiram este lounge, que trouxe a rádio OI, programas ao vivo com entrevistas e questões de moda faladas e debatidas junto com os principais envolvidos do meio, questionando o evento, a frança e a MODA brasileira.
Quem nunca teve uma melissa é o tema que eles querem abordar, mas que longe esta de um primeiro valisére e outras publicidades fortes envolvidas. Um lounge interessante na decoração porém o tom de rosa fluor, gritou um pouco. Jogos interativos davam a chance dos convidados ganharem um par da famosa melissa, que este ano oferecia a mais básica e tradicional. A assessoria de imprensa da marca pecou na lista dos convidados, deixando o lounge estremamente carregado de pessoas e diversos estilos, a impressão de contenção de custos foi notada.
WGSN
Interatividade no ar, este ano a empresa junto a uma ONG, trouxe comprometimento de cidadania ao povo catarinese brasileiro, que divulgavam o multirão da construção, onde pessoas de todo o Brasil e mundo podiam se inscrever e doar ou colocar a mão na massa em busca de reconstruir a cidade danificada pelas fortes chuvas que aconteceram a poucos meses.
O site da empresa esta a cada ano melhor, mais informação de moda de qualidade a todos os interessados pro cultura da moda e não apenas a glamour de passarela.
Otto em meio ao emaranhado de linhas e lã, marcou presença no lounge de Joice, que este ano estava mais calma e menos presente. Um lounge clean e requintado, ofereceu a todos um ótimo coquetel, pessoas bonitas e um "pen drive" em acrilico, no formato de pimenta azul, oferecido a alguns convidados, um luxo.
TAM
Em canto lírico francês, este lounge recebeu celebrities, como Luisa Brunett que arrasou na simpátia ao receber uma belissima máscara para dormir com estampas dos estilistas do evento.
Coquetel impecável de doces e salgados franceses, lustres e decoração que remeteram a frança em suas décadas, e homenageou grandes nomes da moda francesa.
Este ano a faculdade promoveu um stand maravilhoso e 100% mão de obra estudantil. Estudantes de arquitetura, gastronomia, artes, moda, hotelaria, assessoria de imprensa, enfim, todos envolvidos no multirão, lounge Anhembi da SPFW! Já um super curriculum aos alunos e ainda estudantes, que arrasaram na tecnologia, buffet e atendimento.
As palavras... a frança usada através de verbetes em nosso vocábulário. Palavras usadas por nós mas de origem francesa foi o estudo deste lounge, que trouxe pizza 1900, cds de musica popular brasileira oferecidos aos principais convidados.
GNT

Nos bastidores, Lilian Pacce, sempre elegante e com seu corte chanel empecável, debate, fala de moda e entrevista os mais mais da moda brasileira e afins...

Nos bastidores, Lilian Pacce, sempre elegante e com seu corte chanel empecável, debate, fala de moda e entrevista os mais mais da moda brasileira e afins...
SCHINCARIOL
retrata a favela parisiense, uma favela exótica, chic e de estremo bom gosto. do lixo ao luxo, estar na moda é ter atitude e estilo! esta foi a mensagem que o lounge passou.
Mais um ano a frente, como patrocinador oficial do evento e do estilista Ronaldo Fraga, queridissimo do momento, e que até eu tive que partir para a tietagem e fazer uma foto ao lado deste fenômeno, que com seus desenhos e silhuetas retratou o homem francês e o famoso pãozinho.
O lounge ofereceu quitutes deliciosos, muito champagne, bottons e sacolas sustentáveis em formato de pães francês. Um magnifico brinde exclusivo assinado pelo estilista.
Materia jornalistica:Bruno TajesFotografias: Bruno Tajes e foto divulgacao - SPFW













